“O celular é uma mídia relativamente nova e com grande potencial a ser explorado”.
Bem, disso todo mundo já sabe. Porém, quando pensamos em celular geralmente nos vem na cabeça aquela barrinha com botões e uma tela. Mas, parece que as fabricantes estão buscando mudar esse paradigma e potencializar a forma de interação com o dispositivo. E para isso elas estão investindo muito em pesquisas na área de design e conseguindo ótimos resultados como esses:
O primeiro é um conceito de celular e player musical foi desenvolvido pela KDDI AU uma empresa japonesa. Mas o diferencial dele é o “jeito transformer de ser”. Quando é para ser um telefone comum ele é, mas, ao ativar certas funcionalidades ele se transforma em uma interface gráfica muito interessante, como pode ser visto na figura ao lado.
Outra idéia que pode, literalmente, revolucionar a forma como imaginamos um celular é o Morph. Esse é um conceito desenvolvido pela Nokia em parceria com a Universidade de Cambridge.
O Morph seria baseado em nanotecnologia, criando dispositivos que se “assimilam” ao ambiente. O material seria flexível e, como o próprio nome diz, metemórfico. Enfim, falando assim pode parecer estranho, por isso veja o vídeo:
No mundo inteiro, diversos pesquisadores estão empenhados em buscar e prospectar novos tipos de interação entre pessoas e tecnologias. Um dos conceitos que vejo sendo mais abordado é o paradigma da Realidade Aumentada, que Preece define em seu livro como:
Esse paradigma implica a “integração de recursos computacionais aumentados no ambiente físicos”; em outras palavras, encontrar meios de combinar informações digitais com objetos e superfícies.
Realidade aumentada em celular não é uma coisa nova, mas dadas as dimensões da tela do iPhone, esta aplicação desenvolvida pela ARToolWorks parece promissora para jogos e aplicações para localização. Veja o vídeo:
A Obscura Digital é uma empresa de design digital e tecnologia com sede em São Francisco ( Califórnia - Estados Unidos ). A empresa criou esse vídeo performático onde combinaram um software multi-touch de manipulação com Musion’s Eyeliner sistema de projeção holográfica em 3D. Veja o vídeo e para ver o que deu a combinação.
O CamSpace é um software que utiliza a webcam para capturar movimentos de objetos manipulados pelo usuário que podem servir como dispositivos de entrada para utilização em jogos e outras aplicações. As aplicações para esse software são inúmeras, podendo ser utilizado com diversos objetos e para diversas aplicações, proporcionando uma experiência de uso, no mínimo, diferente para o usuário. Veja o vídeo e tire suas conclusões:
Quem deu a dica foi o Felipe Torres da lista de discussão DesInterac.
Encontro científico para discutir as ações de pesquisa que abordam o tema Ontologia em suas diversas facetas. Este é um tema de pesquisa emergente em todo o mundo e que vem ganhando relevância crescente com o surgimento da Web Semântica.
Para quem busca informações de como analisar o resultado de um card sort, o site BoxesAndArrows tem um ótimo artigo de como fazer a análise dos dados coletados com uma planilha de Excel.
O artigo aborda passo a passo como estruturar a planilha para obter resultados dos testes aplicados.
Aurora é o nome dado a um experimento conduzido pela Adaptive Path, liderado pelo Jesse James Garret que propõe uma nova maneira de se utilizar sistemas on-line. O projeto foi desenvolvido para a Mozilla Labs com o objetivo de explorar os recursos disponíveis na web.
O vídeo abaixo mostra uma nova interface de busca que vem sendo testada por usuários selecionados pelo Google. A nova interface possibilita ao usuário realizar comentários e votar na relevância do resultado.
O Google também está testando comentários, ligado ao nome dos usuários, e outras pessoas poderam votar nas observações positiva ou negativamente. A idéia é combinar sua resultados da pesquisa com cada caracteristica importante do voto ou comentário.
Dia 20 de setembro será realizada a 3ª Jornada do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP. O evento visa produzir reflexões, debates e intercâmbios, além de dar visibilidade e estimular as produções acerca da interface entre a Psicologia e Informática.
Além de debates, ocorrerá sessões coordenadas para apresentação de trabalhos de temas relativos e pertinentes à interface Psicologia/Informática. Os temas da apresentação são divididos nas seguintes categorias:
- Subjetividade e repercussão da Internet e da tecnologia.
- Informática aplicada à Psicologia: testes e instrumentos informatizados, softwares para psicologia, serviços via Internet, uso da informática na prática profissional.
- Psicologia aplicada à Informática: inteligência artificial, redes neurais, visão computacional, modelos cognitivos.
Depois do lançamento do Surface e do Touch Wall pela Microsoft, foi feita a demonstração do protótipo de um novo computador esférico sensível a múltiplos toques.
A grande questão é, porque uma interface esférica? Não poderia ser incomodo ao usuário trabalhar em torno de um globo e ter que andar ao redor dele para realizar certas tarefas ou talvez tire do campo de visão algo que está acontecendo em outro plano? Essa interface pode trazer algumas desvantagens, mas, também pode trazer benefícios em ambientes colaborativos ou para usos em espaços públicos. A interface esférica possibilita que pessoas interajam em diversos pontos do dispositivo ao mesmo tempo sem o desconforto da interface plana, além de possibilitar uma visão 360°. É possível por exemplo navegar por um mapa de um globo da mesma forma como estamos acostumados a manipular.
Enfim, claro que a interface esférica tem algumas desvantagens, mas para certos usos acredito que será de grande utilidade.
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